Gravações - Repertório

As obras abaixo estão prontas e disponíveis para apresentações, concertos e recitais.


Nem todas as gravações foram atualizadas, portanto, algumas obras já possuem uma interpretação mais apurada.






Maiores informações, no Link Repertório e Downloads/Gravações
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Formação de acordes - Parte 5 - Acordes Aumentados

Concluindo a sequência de artigos sobre formação de acordes, temos a formação de acordes aumentados.

Antes de prosseguirmos, leia os artigos anteriores, pois serão necessários alguns conhecimento prévio para o pleno entendimento.


Acordes aumentados

O acorde aumentado é nada mais que um acorde com um tom a mais, por assim dizer. Sabemos que o acorde maior possui em sua configuração uma uma terça maior seguida de uma terça menor, e o acorde menor, uma terça menor seguida de uma terça maior.

O acorde aumentado, nada mais é que um acorde formado por duas terças maiores.

Por exemplo

Se formos montar um acorde de dó aumentado, pegaremos o dó (tônica, nota que define o nome da escala/acorde), o mi  (fechando uma terça maior acima do dó) e o sol sustenido (fechando uma terça maior acima do mi).

 Na imagem acima, podemos ver o acorde de dó aumentado plotado na pauta, e sinalizado no teclado. Conforme aprendemos na primeira parte do artigo, entre cada tecla (tecla preta também conta) temos meio tom (0.5t, 1/2t ou semitom). Sendo assim, entre o dó e o mi , temos 2 tons, e entre e o mi  e o sol sustenido, temos 2 tons novamente.

Mais um exemplo:

Para formar o acorde de mi aumentado, pegamos o mi (tônica), o sol  sustenido (mediante) e o si sustenido (dó).

OBS: Uma vez que estamos falando em acorde aumentado, o correto é "falar" em "si sustenido", uma vez que é acrescentado meio tom ao si, soando um dó. Ambas as formas de grafia são corretas, porém, à depender da tonalidade da música, utiliza-se uma ou outra para reduzir erros de interpretação ou execução.

 Observe que entre o mi e o sol sustenido , temos 2 tons, e entre o sol sustenido  e o si sustenido (dó) 2 tons novamente, formando assim uma terça maior seguida por mais uma terça maior, que caracteriza um acorde aumentado.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Formação de acordes - Parte 4 - Acordes Diminutos

A muito tempo atrás dei incio a uma sequência de artigos sobre a formação de acordes, tendo concluído as explicações sobre os acordes maiores e menores (e as "versões" sustenidas e bemois). Agora, dando continuidade nesta sequência de artigos, irei abordar os acordes diminutos e aumentados.

Antes de prosseguirmos, leia os artigos anteriores, pois serão necessários alguns conhecimento prévio para o pleno entendimento.


Acordes diminutos

O acorde diminuto é nada mais que um acorde "diminuído", por assim dizer. Sabemos que o acorde maior possui em sua configuração uma uma terça maior seguida de uma terça menor, e o acorde menor, uma terça menor seguida de uma terça maior.

O acorde diminuto, nada mais é que um acorde formado por duas terças menores.

Por exemplo

Se formos montar um acorde de dó diminuto, pegaremos o dó (tônica, nota que define o nome da escala/acorde), o mi bemol (fechando uma terça menor acima do dó) e o sol bemol (fechando uma terça menor acima do ré bemol).

 Na imagem acima, podemos ver o acorde de dó diminuto plotado na pauta, e sinalizado no teclado. Conforme aprendemos na primeira parte do artigo, entre cada tecla (tecla preta também conta) temos meio tom (0.5t, 1/2t ou semitom). Sendo assim, entre o dó e o mi bemol, temos 1 tom e 1/2  (1,5 tons ou um tom e meio), e entre e o mi bemol e o sol bemol, temos 1,5 tons novamente.

Mais um exemplo:

Para formar o acorde de mi diminuto, pegamos o mi (tônica), o sol (mediante) e o si bemol.

Observe que entre o mi e o sol , temos 1 tom e 1/2 (1,5 tons), e entre o sol  e o si bemol 1 tom e 1/2 novamente, formando assim uma terça menor seguido por mais uma terça menor, que caracteriza um acorde diminuto.

Próximo artigo: Formação de acordes - Parte 4 - Os acordes aumentados

terça-feira, 5 de julho de 2011

Leitura de notas - A Batalha: Parte 3

Bom, desta vez não venho dar dicas, mas apenas compartilhar minha experiência nesta batalha.

Ler notas, ou ler uma partitura para piano a primeira vista é algo complexo, ainda mais se você deseja, além de tocar as notas, interpreta-las. São muitos detalhes para prestar atenção, que variam desde o andamento, ao dedilhado, dinâmica e a própria nota.

A leitura de notas é algo que só pode ser melhorada, lendo. Não existe receita milagrosa. Por enquanto não conseguimos "fazer upload" das informações para nosso cérebro (e espero que nunca consigamos, pois perderia a graça), portanto, a única forma de aprender, é com o bom e velho "serviço braçal". Estudando, treinando, lendo. Com o tempo, nosso cérebro vai automatizando a tarefa, e criando novas conexões, que irão facilitar a identificação das figuras. Ou seja, você "cria um banco de dados" com "imagens" que auxiliarão na identificação das notas. Conforme você vai avançando, este "banco de dados" vai sendo enriquecido, e algumas coisas tornam-se naturais, como por exemplo, o dedilhado e a interpretação.

O que tenho feito? A cada dia que pego o piano pra estudar, seleciono uma ou duas músicas simples para ler a primeira vista. Meus favoritos para isto são Bach e Mozart, o primeiro por ser mais contraponteado, uma das minhas principais dificuldades, e o segundo por ser confortável de se tocar e ler a primeira vista. Sugiro que façam isso, todos os dias. Dedicar pelo menos 5 a 10 minutos para ler algo a primeira vista, desconhecido, e que seja simples, irá melhorar sua leitura. Não adianta pegar músicas complicadas, que você precisará parar para identificar as notas, isso não ajuda, o ideal é pegar algo que você consiga ler, e a partir deste ponto aumentando gradativamente a dificuldade.

Em poucos meses, você já irá sentir a diferença, pode acreditar!