Gravações - Repertório

As obras abaixo estão prontas e disponíveis para apresentações, concertos e recitais.


Nem todas as gravações foram atualizadas, portanto, algumas obras já possuem uma interpretação mais apurada.






Maiores informações, no Link Repertório e Downloads/Gravações

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Aulas de teclado e piano - 2016/1



Mais um ano se inicia, e com ele as atividades da escola de música da Congregação São Paulo de Novo Hamburgo.

As aulas permanecem aos sábados pela manhã, porém, atualmente tenho disponibilidade de abrir turmas durante a semana, bastando combinar o dia e horário.

Rematrícula

Para os alunos que já estavam matriculados no semestre anterior, as aulas reiniciam dia 13, mantendo o mesmo horário.

Caso algum dos alunos não tenham mais interesse em continuar com as aulas, favor entrar em contato.Todos os alunos antigos terão seu horário garantido até o dia 27 de fevereiro, após esta data, caso não tenha havido contato para renovar a matrícula, o horário será vago para novos alunos.

Alunos Novos

Alunos novos iniciam as aulas no dia 5 de março. Desta forma, caso algum dos alunos antigos não renove sua matrícula até dia 27 de fevereiro, seu horário irá vagar para novos alunos.


Metodologia

A metodologia de ensino utiliza material básico para teclado e teoria musical, após conclusão deste material inicial, é utilizado o livro Louvai ao Senhor (LS) da editora Concórdia, para introdução a músicas e cânticos, neste ponto, é orientado ao aluno e seus pais que decidam se este deseja aprender teclado ou piano.

Teclado: O aluno permanece utilizando o LS, aprendendo arranjamento para teclado, acordes e harmonização. O foco do ensino de teclado, é o desenvolvimento de tecladistas para auxilio na comunidade como um todo, bem como, executar músicas em conjunto com banda.
Piano: O aluno é introduzindo à novos conceitos de teoria musical, utilizando materiais destinados a desenvolvimento técnico e de leitura de notas da clave de fá. Neste ponto, obras clássicas para piano/cravo são utilizadas. Desenvolve-se senso crítico acerca da música, e busca-se elevar o conhecimento histórico-musical para desenvolvimento da maturidade musical, de forma a interpretar obras de diferentes períodos da música erudita. Também são ensinadas técnicas para arranjamento/improviso em música popular, de forma a preparar o pianista para execuções em conjunto com banda e desenvolvimento de arranjos que permitam acompanhar um ou mais cantores.

Contato

Para maiores informações acerca de horários e valores de mensalidade
e-mail: umpianistadesajeitado@gmail.com

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Arcadi Volodos

Arcadi Volodos (Arkady Volodos) é um grande pianista Russo, original de Leningrado (1972). Teve contato com o piano aos 8 anos de idade, porém, somente em 1987, aos 15 anos de idade, passou a estudar o instrumento de forma séria, dando inicio a sua formação, vindo a se tornar uma lenda viva do piano.

Em pouco tempo, Volodos era considerado um dos maiores pianista do mundo ao lado de nomes como Vladmir Horowitz. Não à toa, que seu produtor foi o mesmo que o de Horowitz.

Sua técnica é impressionante, executando obras dificílimas, e por vezes, adicionando elementos a obras já complexas, tornando-as impossíveis de serem executadas pela grande maioria de pianistas, mesmo profissionais.

Abaixo, segue uma gravação da execução da Rhapsodia Hungara n2 de Liszt, com transcrição de Horowitz, um dos arranjos mais complexos para esta obra.




O próximo vídeo, trata-se da Rhapsofia Hungara n15, também com transcrição de Horowitz, obra de grande dificuldade técnica.



Música mais simples? Não escapam, ele da uma complicada, como no caso do Rondó "Alla Turca" da Sonata n11 de Mozart.



Marcha Nupcial, versão transcrita/arranjada por Liszt, um dos arranjos mais complexos para esta obra (e o que mais gosto, inclusive).




Apenas uma amostra do motivo de Aracadi Volodos ser uma lenda viva do cenário pianístico, muitos outros vídeos podem ser encontrados no YouTube, possuindo uma vasta discografia.

Remodelando o blog

O blog está com seus quase cinco anos de vida, e desde então muita coisa mudou em termos de tecnologia. Naquela época, monitores Full-HD eram raros e a internet era bem diferente. Hoje, até mesmo celulares possuem telas HD e Full-HD, notebooks já saem com telas no mínimo HD.

Portanto, estou readequando o blog, ajustando suas dimensões para ocupar melhor o espaço disponível na tela dos computadores modernos,  que deve causar maior conforto para leitura e visualização dos artigos.

Estou analisando também algumas opções em termos de layout, e de repente este também sofrerá alterações.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Uma breve análise do Kontakt - Conclusão

Para finalizar esta breve analise do Kontakt para uso como Sampler de tempo real para piano, segue meu veredito, com base na analise de performance do software utilizando amostras gratuitas ou de avaliação.

A primeira parte do artigo, encontra-se no link abaixo:
Uma breve análise do Kontakt - Parte 1



Então, vale a pena?

Na minha opinião? Se você busca um som de Grand Piano perfeito, com sensibilidade apurada e precisa, com fortíssimos brilhantes e pianíssimos delicados, você precisará comprar um set de amostras com pelo menos 6 amostras por teclas (de preferência 6 amostras capturadas diretamente na corda e 6 amostras capturas do ambiente, sendo elas PPP, PP, P, F, FF e FFF).

O problema é que o Kontakt não possui rotinas para interpolação de sinais e filtragem. Desta forma, ao empilhar amostras, um ruído de fundo começa a aparecer que por vezes se torna chato, além de que, a depender do set de amostras você percebe perfeitamente a troca da amostra P pela F, por exemplo.

Cconforme já comentado anteriormente, isso ocorre pois o Kontakt aplica amplificação (aumenta/diminui o volume) com base no parâmetro velocity encaminhada pelo teclado (um parâmetro do protocolo MIDI). Este parâmetro indica a pressão/força aplicada sobre a tecla. Desta forma, quando você pressiona a tecla para obter algo entre o P e F, o software utiliza a amostra P e aumenta seu volume, dando a impressão de dinâmica.

O problema desta metodologia genérica, é que não é assim que as coisas funcionam no mundo real. No mundo real, quando uma corda recebe um ataque de maior força, esta vibra com mais intensidade salientando mais harmônicas, e inclusive, fazendo com que algumas harmônicas que antes não eram audíveis  passem a ser percebidas pelo ouvinte, mudando a assinatura daquela nota.

Por isto a necessidade de interpolação e até mesmo extrapolação. O sofware deveria rodar uma DFT entre as duas amostras, posicionar a relação de força e com base nisso, gerar uma nova amostra que seria um meio termo entre as duas, e somente após isto, amplificar.

É claro, a matemática empregada para este tipo de procedimento é complexa, consome muito recurso de hardware para ser feita em tempo real, e talvez não faça sentido para o uso fim do software (um sampler para uso geral).


Conclusão

Até agora o Kontakt é o melhor software sampler que encontrei, apresentando um excelente rendimento, porém, para uso profissional e alternativa ao hardware de um piano, ele não serve. Talvez com o uso de um set de amostras de maior qualidade, com mais amostras por tecla, estes problemas possam ser amenizado ou até mesmo sanados.

Com a quantidade certa de amostras por teclas, a necessidade de interpolação e demais "piruetas matemáticas" pode ser suplantada, e uma boa qualidade sonora pode ser atingida. Ainda vou buscar por um set de amostras melhor, e de repente, gravo alguns exemplos demonstrando o que tenho dito neste post.

Se vale a pena a compra do Kontakt? São 399 dólares, e você precisa das amostras. A não ser que você trabalhe com áudio e mixagem, não acho que vale o preço.

Abaixo, uma gravação de "Liebestraum no 3" de Liszt, efetuada com "Grandeur", um dos sets de piano da própria Kontakt, o que me faz pensar que realmente o problema é o set de exemplos.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Formação de acordes - Parte 4 - Acordes Diminutos

A muito tempo atrás dei incio a uma sequência de artigos sobre a formação de acordes, tendo concluído as explicações sobre os acordes maiores e menores (e as "versões" sustenidas e bemois). Agora, dando continuidade nesta sequência de artigos, irei abordar os acordes diminutos e aumentados.

Antes de prosseguirmos, leia os artigos anteriores, pois serão necessários alguns conhecimento prévio para o pleno entendimento.


Acordes diminutos

O acorde diminuto é nada mais que um acorde "diminuído", por assim dizer. Sabemos que o acorde maior possui em sua configuração uma uma terça maior seguida de uma terça menor, e o acorde menor, uma terça menor seguida de uma terça maior.

O acorde diminuto, nada mais é que um acorde formado por duas terças menores.

Por exemplo

Se formos montar um acorde de dó diminuto, pegaremos o dó (tônica, nota que define o nome da escala/acorde), o mi bemol (fechando uma terça menor acima do dó) e o sol bemol (fechando uma terça menor acima do ré bemol).

 Na imagem acima, podemos ver o acorde de dó diminuto plotado na pauta, e sinalizado no teclado. Conforme aprendemos na primeira parte do artigo, entre cada tecla (tecla preta também conta) temos meio tom (0.5t, 1/2t ou semitom). Sendo assim, entre o dó e o mi bemoltemos 1 tom e 1/2  (1,5 tons ou um tom e meio), e entre e o mi bemol e o sol bemol, temos 1,5 tons novamente.

Mais um exemplo:

Para formar o acorde de mi diminuto, pegamos o mi (tônica), o sol (mediante) e o si bemol.

Observe que entre o mi e o sol , temos 1 tom e 1/2 (1,5 tons), e entre o sol  e o si bemol 1 tom e 1/2 novamente, formando assim uma terça menor seguido por mais uma terça menor, que caracteriza um acorde diminuto.

Próximo artigo: Formação de acordes - Parte 4 - Os acordes aumentados